LIVRETO SENHOR DOS PASSOS

 

DOMINGO II DA QUARESMA

SOLENIDADE DO SENHOR DOS PASSOS DA PARÓQUIA DO DIVINO SALVADOR DA VILA DE MEGIDE

RITOS INICIAIS

 

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.


CÂNTICO DE ENTRADA

(Lembrai-Vos Senhor – Az.Oliveira)


LEMBRAI-VOS SENHOR DA VOSSA ALIANÇA

NÃO ESQUEÇAIS PARA SEMPRE A VIDA DOS VOSSOS FIÉIS

LEVANTAI-VOS SENHOR, DEFENDEI A VOSSA CAUSA

NÃO ABANDONEIS AQUELES QUE VOS PROCURAM

AQUELES QUE VOS PROCURAM

 

1. LEMBAI-VOS DO VOSSO POVO

QUE ADQUIRISTES OUTRORA

DA TRIBO QUE RESGATASTES PARA A VOSSA HERANÇA

DO MONTE SIÃO ONDE HABITAIS

 

Antífona da entrada

Sl 24, 6.3.22

Lembrai-vos, Senhor, das vossas misericórdias
e das vossas graças que são eternas.
Não triunfe sobre nós o inimigo.
Senhor, livrai-nos de todo o mal.

2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

 

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Ass.: Amém.

 

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:

Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja convosco.

Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

 

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

 

ATO PENITENCIAL

 

Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:

Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos pecadores.

 

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

Pres.: Confessemos os nossos pecados.

Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões (e, batendo no peito, dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa. (e continuam:) E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

 

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass.: Amém.

 

4. Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

ATO PENITENCIAL

(Senhor tem piedade – Sal da Terra)


SENHOR TEM PIEDADE

SENHOR TEM PIEDADE

SENHOR TEM PIEDADE DE NÓS (2X)

CRISTO TEM PIEDADE

CRISTO TEM PIEDADE

CRISTO TEM PIEDADE DE NÓS (2X)

SENHOR TEM PIEDADE

SENHOR TEM PIEDADE

SENHOR TEM PIEDADE DE NÓS (2X)

 

ORAÇÃO DO DIA

 

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo.

Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.

Senhor nosso Deus,
que nos mandais ouvir o vosso amado Filho,
fortalecei-nos com o alimento interior da vossa palavra,
de modo que, purificado o nosso olhar espiritual,
possamos alegrar-nos um dia na visão da vossa glória.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.

 

Ass.: Amém.

 

LITURGIA DA PALAVRA

 

PRIMEIRA LEITURA

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

– Leitura do Livro do Génesis

Naqueles dias, Deus levou Abrão para fora de casa e disse-lhe: «Olha para o céu e conta as estrelas, se as puderes contar». E acrescentou: «Assim será a tua descendência». Abraão acreditou no Senhor, o que lhe foi atribuído como justiça. Disse-lhe Deus: «Eu sou o Senhor que te mandou sair de Ur dos caldeus, para te dar a posse desta terra». Abraão perguntou: «Senhor, meu Deus, como saberei que a vou possuir?». O Senhor respondeu-lhe: «Toma uma vitela de três anos, uma cabra de três anos e um carneiro de três anos, uma rola e um pombinho». Abraão foi buscar todos esses animais, cortou-os ao meio e pôs cada metade em frente da outra metade; mas não cortou as aves. Os abutres desceram sobre os cadáveres, mas Abraão pô-los em fuga. Ao pôr do sol, apoderou-se de Abraão um sono profundo, enquanto o assaltava um grande e escuro terror. Quando o sol desapareceu e caíram as trevas, um brasido fumegante e um archote de fogo passaram entre os animais cortados. Nesse dia, o Senhor estabeleceu com Abraão uma aliança, dizendo: «Aos teus descendentes darei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates».

– Palavra do Senhor.

Ass.: Graças a Deus.

 

SALMO RESPONSORIAL

(O Senhor é minha Luz e minha salvação –M.Luis)

8. O salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

 Refrão:   O SENHOR É A MINHA LUZ E MINHA SALVAÇÃO!      Repete-se

O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO:

A QUEM HEI-DE TEMER?

O SENHOR É PROTETOR DA MINHA VIDA:

DE QUEM HEI-DE TER MEDO?      Refrão

OUVI, SENHOR, A VOZ DA MINHA SÚPLICA,

TENDE COMPAIXÃO DE MIM E ATENDEI-ME.

DIZ-ME O CORAÇÃO: «PROCURAI A SUA FACE».

A VOSSA FACE, SENHOR, EU PROCURO          .Refrão

NÃO ESCONDAIS DE MIM O VOSSO ROSTO,

NEM AFASTEIS COM IRA O VOSSO SERVO.

NÃO ME REJEITEIS NEM ME ABANDONEIS,

MEU DEUS E MEU SALVADOR.          Refrão

 

ESPERO VIR A CONTEMPLAR A BONDADE DO SENHOR

NA TERRA DOS VIVOS.

CONFIA NO SENHOR, SÊ FORTE.

TEM CORAGEM E CONFIA NO SENHOR.. Refrão

SEGUNDA LEITURA

9. O leitor dirige-se ao ambão para a Segunda leitura, que todos ouvem sentados.

– Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses

Irmãos: Sede meus imitadores e ponde os olhos naqueles que procedem segundo o modelo que tendes em nós. Porque há muitos, de quem tenho falado várias vezes e agora falo a chorar, que procedem como inimigos da cruz de Cristo. O fim deles é a perdição: têm por deus o ventre, orgulham-se da sua vergonha e só apreciam as coisas terrenas. Mas a nossa pátria está nos Céus, donde esperamos, como Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo miserável, para o tornar semelhante ao seu corpo glorioso, pelo poder que Ele tem de sujeitar a Si todo o universo. Portanto, meus amados e queridos irmãos, minha alegria e minha coroa, permanecei firmes no Senhor.

– Palavra do Senhor.

Ass.: Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

(Louvor a Vós Rei da Eterna Glória –F.Santos)

 

10. Segue-se a aclamação ao Evangelho

 

 

LOUVOR A VÓS REI DA ETERNA GLÓRIA

NO MEIO DA NUVEM LUMINOSA OUVIU-SE A VOZ DO PAI: «ESTE É O MEU FILHO MUITO AMADO ESCUTAI-O!»

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác.: Dá-me a tua bênção.

 

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

Diác.: Amém.

 

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

 

EVANGELHO

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

 

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác. ou Pres.:  Evangelho + de Nosso Senhor Jesus Cristo,+++ segundo São Lucas

Ass.: Glória a vós, Senhor.+++

 

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác. ou Pres.:  Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.

 13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.

Ass.: Glória a vós, Senhor.

 

O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:

Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

 

HOMILIA

 

14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

 PROFISSÃO DE FÉ

 

15. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:

Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

 

 

CÂNTICO DE OFERTÓRIO

(Stabat Mater – M.Frisina)

 

 STABAT MATER DOLOROSA

IUXTA CRUCEM LACRIMOSA

DUM PENDEBAT FILIUS

 

1-IMMERSA IN ANGOSCIA MORTALE

LA MADRE DELL′UNIGENITO

GEME NELL'INTIMO DEL CUORE

TRAFITTO DA UNA SPADA

 

2-PIANGE LA MADRE PIETOSA

CONTEMPLANDO LE SUE PIAGHE:

CHI POTRÀ TRATTENERE IL PIANTO

DAVANTI A TANTO TORMENTO

 

3-PER IL PECCATO DEL MONDO

VIDE IL FIGLIO TRA I TORMENTI

VIDE IL SUO DOLCE NATO

QUANDO EMISE LO SPIRITO

LITURGIA EUCARÍSTICA

 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

 

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

 

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres. 

 

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.

 

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

 

20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

 

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

 

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

 

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.

 

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

 

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

 

CONVITE À ORAÇÃO

 

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.

Pres.: Concedei, Senhor, que estes dons sagrados nos purifiquem e renovem, para que, como a Imaculada Virgem Maria, obedecendo sempre à vossa vontade, alcancemos a recompensa eterna. Por Cristo nosso Senhor.

Ass.: Amém.

Prefácio – A Transfiguração do Senhor

27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

 

Abrindo os braços diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco. 

O povo responde:

Ass: Ele está no meio de nós. 

 

Elevando as mãos, o sacerdote continua:

Pres.: Corações ao alto.

O povo responde:

Ass: O nosso coração está em Deus. 

 

De braços abertos, o sacerdote acrescenta: 

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus. 

O povo responde:

Ass: É nosso dever e nossa salvação. 

 

O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.


Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente,
é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação
dar-Vos graças, sempre e em toda a parte,
por nosso Senhor Jesus Cristo.
Depois de anunciar aos discípulos a sua morte,
manifestou-lhes no monte santo o esplendor da sua glória,
para mostrar, com o testemunho da Lei e dos Profetas,
que, pela sua paixão, alcançaria a glória da ressurreição.
Por isso, com os coros celestes,
proclamamos na terra a vossa glória,
cantando numa só voz:
 

No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz alta com o povo:

 

SANTO

(Santo – M.Luis)

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO! O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. HOSANA NAS ALTURAS! BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! HOSANA NAS ALTURAS! 

 ORAÇÃO EUCARÍSTICA V-I

(A Igreja a caminho da unidade)

28. Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da concelebração, forem apropriadas ao canto.

 

109. O sacerdote, de braços abertos, diz: 

Pres.: Sois verdadeiramente santo e digno de glória, Deus, amigo dos homens, que sempre os acompanhais no seu caminho. Verdadeiramente bendito é o vosso Filho, que está presente no meio de nós quando nos reunimos no seu amor e, como outrora aos discípulos de Emaús, Ele nos explica o sentido da Escritura e nos reparte o pão da vida. 

Com as mãos juntas e estendidas sobre as oblatas, diz: 

Nós Vos suplicamos, Pai clementíssimo: enviai o vosso Espírito Santo, para que santifique este pão e este vinho, 

Junta as mãos e traça uma vez o sinal da cruz sobre o pão e o cálice, dizendo: 

de modo que se convertam para nós no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. 

Na véspera da sua paixão, durante a última Ceia, 

Toma o pão e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua: 

tomou o pão, bendisse-Vos, partiu-o e deu-o aos seus discípulos,

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração

Depois, continua

De igual modo, no fim da Ceia, 

Toma o cálice e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua: 

tomou o cálice, deu-Vos graças e deu-o aos seus discípulos.

Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz: 

Mistério da fé! 

O povo aclama, dizendo: 

Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Pai santo, celebrando o memorial de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, que, pela sua paixão e morte na cruz, fizestes entrar na glória da ressurreição e glorificastes, sentando-O à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor, enquanto esperamos a sua vinda gloriosa, e Vos oferecemos o pão da vida e o cálice da salvação. 

Olhai para a oblação da vossa Igreja, na qual Vos oferecemos o sacrifício pascal de vosso Filho, como nos foi entregue, para que, pelo Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.

C1.: Renovai, Senhor, a vossa Igreja com a luz do Evangelho. Fortalecei o vínculo da unidade entre os pastores e os fiéis do vosso povo, em comunhão com o nosso papa Silvestre, toda a ordem episcopal, de modo que, num mundo dilacerado pela discórdia, a vossa Igreja resplandeça como sinal profético de unidade e concórdia.

C2.: Lembrai-Vos dos nossos irmãos que adormeceram na paz de Cristo, e de todos os defuntos, cuja fé só Vós conhecestes: admiti-os a contemplar a luz do vosso rosto e dai-lhes a plenitude da vida na ressurreição. 

C3.: E também a nós, ao terminarmos a nossa peregrinação sobre a terra, recebei-nos na vossa morada eterna, onde viveremos sempre convosco e com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, Nossa Senhora de Lourdes, São José seu Esposo, com os apóstolos e os mártires,  e em comunhão com todos os santos, Vos louvaremos e glorificaremos, Junta as mãos por Jesus Cristo, vosso Filho.

Toma o cálice e a patena com a hóstia e, elevando-os, diz: 

Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos. 

O povo aclama: 

Ass.: Amém.

 

RITO DA COMUNHÃO

 

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

    O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

 

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.

Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

 

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade,

    O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.

Ass.: Amém.

 

128.  O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

 

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:

Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

    E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

 

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

 

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

(Cordeiro– M.Luis)

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS. TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS. TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, DAI-NOS A PAZ. DAI-NOS A PAZ. 

 

Ou, faça-se cantado:

 Essas palavras podem ser repetidas várias vezes,  se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

 

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

    Ou:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento  e remédio para minha vida.

 

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:

Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

    E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

 

Antífona da comunhão

Mt 17, 5
Este é o meu Filho muito amado,
no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O.

 

CÂNTICO DE COMUNHÃO

(Ouviu-se uma voz – A.Mendes)

 

OUVIU-SE UMA VOZ VINDA DO CÉU

«ESTE É O MEU FILHO MUITO AMADO:

ESCUTAI-O!»

 

1.     TRIBUTAI AO SENHOR FILHOS DE DEUS

TRIBUTAI AO SENHOR GLORIA E PODER

TRIBUTAI AO SENHOR A GLÓRIA DO SEU NOME

ADORAI O SENHOR COM ORNAMENTOS SAGRADOS

 

2.    A VOZ DO SENHOR RESSOA SOBRE AS ÁGUAS

A MAJESTADE DE DEUS FAZ ECOAR O SEU TROVÃO

A VOZ DO SENHOR É PODEROSA

A VOZ DO SENHOR É MAJESTOSA

COMUNHÃO

 

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

    Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

    Comunga o Sangue de Cristo.

 

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

    O que vai comungar responde:

Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão. 

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal  se transforme para nós em remédio eterno.

 

139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

 

DEPOIS DA COMUNHÃO

 

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."

Alimentados nestes gloriosos mistérios,
nós Vos damos graças, Senhor,
porque, vivendo ainda na terra,
nos fazeis participantes dos bens do céu.

Por Cristo nosso Senhor.

Ass.: Amém.

 

RITOS FINAIS

 

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

 

BÊNÇÃO FINAL 

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

 

O sacerdote abençoa o povo dizendo:

Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.

Ass.: Amém.

 

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.

Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.

Ass.: Graças a Deus.

 

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

CÂNTICO FINAL

(Ave Regina Caelorum)

 

AVE, REGÍNA CÆLÓRUM, AVE, DÓMINA ANGELÓRUM, SALVE, RADIX, SALVE, PORTA, EX QUA MUNDO LUX EST ORTA. GAUDE, VIRGO GLORIÓSA, SUPER OMNES SPECIÓSA; VALE, O VALDE DECÓRA, ET PRO NOBIS CHRISTUM EXÓRA.

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