LIVRETO LITÚRGICO - FESTA DO SENHOR DOS AFLITOS/DIVINO SALVADOR
FESTA DO SENHOR DOS AFLITOS
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
CÂNTICO DE ENTRADA
(Vinde,prostremo-nos em terra- A.Cartageno)
VINDE, PROSTREMO-NOS EM TERRA,
ADOREMOS O SENHOR, NOSSO CRIADOR.
ADOREMOS, ADOREMOS O SENHOR.
1. ADOREMOS O
SENHOR EM ESPÍRITO E VERDADE!
DEUS É PAI, DEUS
É AMOR PARA TODA A HUMANIDADE.
2. JESUS CRISTO
É O CAMINHO PARA TI, Ó PAI CELESTE:
EM TEU FILHO TE
ADORAMOS PELAS GRAÇAS QUE NOS DESTE!
3. TE ADORAMOS,
DEUS EXCELSO, DE NÓS TODOS CRIADOR,
COM MARIA
IMACULADA, MÃE DE CRISTO REDENTOR!
Antífona da entrada
Cf. Mt 17,5
O Espírito Santo apareceu numa nuvem
luminosa e ouviu-se a voz do Pai:
Este é o meu Filho muito amado, no qual pus a minha complacência.
Escutai-O.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado
o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o
sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Ass.: Amén.
O
sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte
fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja
convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se
o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos
mistérios, reconheçamos que somos pecadores.
Após um
momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que
pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões (e,
batendo no peito, dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão
grande culpa. (e continuam:) E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a
vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se
a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os
nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amen.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
ATO PENITENCIAL
(Senhor tem piedade – Tarcizio Morais)
SENHOR TEM PIEDADE
SENHOR TEM PIEDADE
SENHOR TEM PIEDADE DE NÓS
SENHOR TEM PIEDADE
CRISTO TEM PIEDADE
CRISTO TEM PIEDADE
OH CRISTO TEM PIEDADE DE NÓS
OH CRISTO TEM PIEDADE
SENHOR TEM PIEDADE
SENHOR TEM PIEDADE
SENHOR TEM PIEDADE DE NÓS
SENHOR TEM PIEDADE
TEM PIEDADE, TEM PIEDADE DE NÓS!
8. Em
seguida, segundo as rubricas, canta-se ou recita-se o hino.
GLÓRIA
-GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
-E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
-GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA
AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI
TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA
GLÓRIA.
-GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA
AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÉNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE
DEUS PAI:
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE
PIEDADE DE NÓS;
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI
A NOSSA SÚPLICA;
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE
PIEDADE DE NÓS.
-GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA
AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR;
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO;
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS
PAI.
AMEN!
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos
oram em silêncio, por algum tempo.
Então o
sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Senhor nosso Deus,
que, na gloriosa Transfiguração do vosso Filho unigénito,
confirmastes os mistérios da fé
com o testemunho da Lei e dos Profetas,
e, de modo admirável, anunciastes a adoção filial perfeita,
fazei que, escutando a palavra do vosso amado Filho,
mereçamos participar na sua glória.
Ele que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amen.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
–Leitura
da Profecia de Daniel
Estava
eu a olhar,
quando foram colocados tronos
e um Ancião sentou-se.
As suas vestes eram brancas como a neve
e os cabelos como a lã pura.
O seu trono eram chamas de fogo,
com rodas de lume vivo.
Um rio de fogo corria, irrompendo diante dele.
Milhares de milhares o serviam
e miríades de miríades o assistiam.
O tribunal abriu a sessão
e os livros foram abertos.
Contemplava eu as visões da noite,
quando, sobre as nuvens do céu,
veio alguém semelhante a um filho do homem.
Dirigiu-Se para o Ancião venerável
e conduziram-no à sua presença.
Foi-lhe entregue o poder, a honra e a realeza,
e todos os povos e nações O serviram.
O seu poder é eterno, que nunca passará,
e o seu reino jamais será destruído.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Refrão: O
SENHOR É REI, O ALTÍSSIMO SOBRE TODA A TERRA. Repete-se
O SENHOR É REI: EXULTE A TERRA,
REJUBILE
A MULTIDÃO DAS ILHAS.
AO SEU
REDOR, NUVENS E TREVAS;
A
JUSTIÇA E O DIREITO SÃO A BASE DO SEU TRONO. Refrão
DERRETEM-SE OS MONTES COMO CERA
DIANTE
DO SENHOR DE TODA A TERRA.
OS CÉUS
PROCLAMAM A SUA JUSTIÇA
E TODOS
OS POVOS CONTEMPLAM A SUA GLÓRIA. Refrão
VÓS,
SENHOR, SOIS O ALTÍSSIMO SOBRE TODA A TERRA,
ESTAIS
ACIMA DE TODOS OS DEUSES.
ALEGRAI-VOS,
Ó JUSTOS, NO SENHOR
E
LOUVAI O SEU NOME SANTO. Refrão
10. Se há
segunda leitura, o leitor dirige-se ao ambão para a segunda leitura, que todos
ouvem sentados.
–Leitura
da Segunda Epístola de S.Pedro
Caríssimos:
Não foi seguindo fábulas ilusórias
que vos fizemos conhecer o poder e a vinda
de Nosso Senhor Jesus Cristo,
mas por termos sido testemunhas oculares da sua majestade.
Porque Ele recebeu de Deus Pai honra e glória,
quando da sublime glória de Deus veio esta voz:
«Este é o meu Filho muito amado,
em quem pus toda a minha complacência».
Nós ouvimos esta voz vinda do céu,
quando estávamos com Ele no monte santo.
Assim temos bem confirmada a palavra dos Profetas,
à qual fazeis bem em prestar atenção,
como a uma lâmpada que brilha em lugar escuro,
até que desponte o dia
e nasça em vossos corações a estrela da manhã.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
a aclamação ao Evangelho
ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA!
ESTE É O MEU FILHO MUITO AMADO, NO QUAL PUS TODA A MINHA COMPLACÊNCIA. ESCUTAI-O.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amen.
Se não
houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó
Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie
dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O
diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.:
Evangelho + de Nosso Senhor Jesus Cristo,+++ segundo São Mateus
Ass.: Glória
a vós, Senhor.+++
Então o
diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
Diác. ou Pres.:
Naquele tempo,
Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João
seu irmão
e levou-os, em particular, a um alto monte
e transfigurou-Se diante deles:
o seu rosto ficou resplandecente como o
sol
e as suas vestes tornaram-se brancas como
a luz.
E apareceram Moisés e Elias a falar com
Ele.
Pedro disse a Jesus:
«Senhor, como é bom estarmos aqui!
Se quiseres, farei aqui três tendas:
uma para Ti, outra para Moisés e outra
para Elias».
Ainda ele falava,
quando uma nuvem luminosa os cobriu com a
sua sombra
e da nuvem uma voz dizia:
«Este é o meu Filho muito amado,
no qual pus toda a minha complacência.
Escutai-O».
Ao ouvirem estas palavras,
os discípulos caíram de rosto por terra e
assustaram-se muito.
Então Jesus aproximou-se e, tocando-os,
disse:
«Levantai-vos e não temais».
Erguendo os olhos, eles não viram mais
ninguém, senão Jesus.
Ao descerem do monte, Jesus deu-lhes esta
ordem:
«Não conteis a ninguém esta visão,
até o Filho do homem ressuscitar dos
mortos».
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra
da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O
sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os
nossos pecados.
HOMILIA
CÂNTICO DE OFERTÓRIO
CREIO, CREIO, CREIO!
CREIO EM DEUS,
PAI
TODO-PODEROSO, CRIADOR DO CÉU E DA TERRA;
CREIO, CREIO, CREIO!
E EM JESUS
CRISTO, SEU ÚNICO FILHO, NOSSO SENHOR,
QUE FOI
CONCEBIDO PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO;
NASCEU DA VIRGEM
MARIA;
PADECEU SOB
PÔNCIO PILATOS,
FOI CRUCIFICADO,
MORTO E SEPULTADO;
DESCEU À MANSÃO
DOS MORTOS;
RESSUSCITOU AO
TERCEIRO DIA;
SUBIU AOS CÉUS,
ESTÁ SENTADO À
DIREITA DE DEUS PAI TODO-PODEROSO,
DE ONDE HÁ DE
VIR A JULGAR OS VIVOS E OS MORTOS.
CREIO, CREIO, CREIO!
CREIO NO
ESPÍRITO SANTO;
NA SANTA IGREJA
CATÓLICA;
NA COMUNHÃO DOS
SANTOS;
NA REMISSÃO DOS
PECADOS;
NA RESSURREIÇÃO
DA CARNE;
NA VIDA ETERNA.
CREIO, CREIO, CREIO!
AMEN. AMEN.
ORAÇÃO UNIVERSAL
Pres.: Irmãos e irmãs em Cristo:
Invoquemos a
Deus nosso Pai,
que nos revelou
a divindade de seu Filho muito amado
e nos mandou
escutá-l’O,
dizendo com
alegria:
R. Ouvi-nos, Senhor.
1. Para que Deus transfigure a
santa Igreja,
peregrina nos
quatro cantos da terra,
e a faça brilhar
de santidade,
oremos.
2. Para que Deus transfigure
os homens públicos,
os ensine a
trabalhar para o bem comum
e a promover a
paz e a justiça,
oremos.
3. Para que Deus transfigure
aqueles que sofrem,
os ajude a levar
a sua cruz
e a seguir os
passos do seu Filho,
oremos.
4. Para que Deus
transfigure o nosso olhar
e nos ensine a
descobrir, dia após dia,
a sua presença
na pessoa dos que sofrem,
oremos.
5. Para que Deus nos
transfigure inteiramente
e nos faça ver,
como aos Apóstolos,
a glória de
Jesus no monte santo,
oremos.
6. Para que Deus transfigure
os moribundos
e os leve a
contemplar, na eternidade,
o rosto de
Jesus, o Redentor,
oremos.
Pres.: Ouvi, Senhor, as nossas súplicas
e envolvei-nos
com a luz santíssima
que aos
Apóstolos foi dado ver brilhar,
para escutarmos
a voz do vosso Filho,
imagem e
esplendor da vossa glória.
Por Cristo Senhor
nosso.
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
CÂNTICO DE OFERTÓRIO
1-SENHOR, SOIS O
MEU DEUS,
DESDE A AURORA
VOS BUSCO,
EM MINH’ALMA
SUSPIRO POR VÓS;
MINH’ALMA TEM
SEDE DE VÓS
COMO TERRA SEM
ÁGUA.
EU QUERO
CONTEMPLAR
VOSSO AMOR, VOSSA
GLÓRIA;
VISITAR VOSSO
TEMPLO E CANTAR;
MINH’ALMA TEM
SEDE DE VÓS
COMO TERRA
SEM...
ÁGUA
VOSSA GRAÇA VALE MAIS DO QUE A VIDA
ÁGUA
A VIDA INTEIRA NÃO CHEGA
PARA VOS BENDIZER,
A VIDA INTEIRA NÃO CHEGA...
P’RA AMAR
2-ASSIM VOS
BENDIREI
POR TODA A MINHA
VIDA
E EM LOUVOR
ABRIREI MINHAS MÃOS;
MINH’ALMA TEM
SEDE DE VÓS
COMO TERRA SEM
ÁGUA.
SENHOR, QUANDO
AO DEITAR
POR UM MOMENTO
VOS SINTO
PASSO A NOITE A
PENSAR EM VÓS;
MINH’ALMA TEM
SEDE DE VÓS
COMO TERRA
SEM...
3- MEU DEUS
REPOUSO EM VÓS
À SOMBRA DAS
VOSSAS ASAS
E EXULTO
CONFIANTE POR FIM
MINH’ALMA TEM
SEDE DE VÓS
COMO TERRA SEM
ÁGUA.
UNIDO A VÓS
ESTOU
À VOSSA MÃO QUE
ME AMPARA
EM MINH’ALMA VOS
BUSCO, SENHOR
MINH’ALMA TEM
SEDE DE VÓS
COMO TERRA
SEM...
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que
recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos
apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em
seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não
houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras
acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho
que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que
agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca
o cálice sobre o corporal.
Se não
houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras
acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Santificai,
Senhor, estes dons
pelo mistério da Transfiguração do vosso Filho,
e, com o esplendor da sua glória,
purificai-nos das manchas do pecado.
Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amen.
Prefácio o Mistério da Transfiguração
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Abrindo
os braços diz:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
O
povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando
as mãos, o sacerdote continua:
Pres.: Corações
ao alto.
O
povo responde:
Ass: O nosso coração está em Deus.
De
braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Pres.: Demos
graças ao Senhor, nosso Deus.
O
povo responde:
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O
sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Senhor, Pai santo, Deus eterno e
omnipotente,
é verdadeiramente nosso dever, é nossa
salvação
dar-Vos graças, sempre e em toda a parte,
por nosso Senhor Jesus Cristo.
Na presença de testemunhas escolhidas,
Ele manifestou a sua glória
e, no seu corpo, semelhante ao nosso,
fez resplandecer a luz da sua divindade,
para tirar do coração dos discípulos o
escândalo da cruz
e mostrar que devia realizar-se no corpo
da Igreja
o que de modo admirável resplandecia na
sua cabeça.
Por isso, com os coros celestes,
proclamamos, na terra, a vossa glória,
cantando numa só voz:
No
fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz alta com o
povo:
SANTO
SANTO,
SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO! O CÉU E A TERRA, O CÉU E A TERRA
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. HOSANA HOSANA HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA HOSANA HOSANA
NAS ALTURAS! NAS ALTURAS! BENDITO O QUE VEM BENDITO O QUE VEM EM NOME DO
SENHOR! HOSANA HOSANA HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA HOSANA HOSANA NAS ALTURAS! NAS
ALTURAS!
ORAÇÃO
EUCARÍSTICA V-I
(A Igreja a caminho da unidade)
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
109. O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Sois
verdadeiramente santo e digno de glória, Deus, amigo dos homens, que sempre os
acompanhais no seu caminho. Verdadeiramente bendito é o vosso Filho, que está
presente no meio de nós quando nos reunimos no seu amor e, como outrora aos
discípulos de Emaús, Ele nos explica o sentido da Escritura e nos reparte o pão
da vida.
Ao Celebrarmos o Divino Salvador nosso
Padroeiro, Senhor dos Aflitos, na festa da Sua Gloriosa tranfiguração humildemente
Vos suplicamos, Pai clementíssimo:
Com as mãos juntas e estendidas sobre as
oblatas, diz:
Enviai o vosso Espírito Santo, para que
santifique este pão e este vinho,
Junta as mãos e traça uma vez o sinal da
cruz sobre o pão e o cálice, dizendo:
de modo que se convertam para nós no Corpo
e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Na véspera da sua paixão, durante a última
Ceia,
Toma o pão e, sustentando-o um pouco elevado
sobre o altar, continua:
tomou o pão, bendisse-Vos, partiu-o e
deu-o aos seus discípulos,
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a
sobre a patena e genuflete em adoração
Depois, continua:
De igual modo, no fim da Ceia,
Toma o cálice e, sustentando-o um pouco
elevado sobre o altar, continua:
tomou o cálice, deu-Vos graças e deu-o aos
seus discípulos.
Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o
corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
O povo aclama, dizendo:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa
ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos,
diz:
Pres.: Pai
santo, celebrando o memorial de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, que, pela
sua paixão e morte na cruz, fizestes entrar na glória da ressurreição e
glorificastes, sentando-O à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor,
enquanto esperamos a sua vinda gloriosa, e Vos oferecemos o pão da vida e o
cálice da salvação.
Olhai para a oblação da vossa Igreja, na
qual Vos oferecemos o sacrifício pascal de vosso Filho, como nos foi entregue,
para que, pelo Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a
eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
C1.: Renovai, Senhor, a vossa Igreja com a luz do
Evangelho. Fortalecei o vínculo da unidade entre os pastores e os fiéis do
vosso povo, em comunhão com o nosso papa Bonifácio, o nosso Arcebispo
Gonçalo e toda a ordem episcopal, de modo que, num mundo dilacerado pela
discórdia, a vossa Igreja resplandeça como sinal profético de unidade e
concórdia.
C2.: Lembrai-Vos dos nossos irmãos que adormeceram na
paz de Cristo, e de todos os defuntos, cuja fé só Vós conhecestes: admiti-os a
contemplar a luz do vosso rosto e dai-lhes a plenitude da vida na
ressurreição.
C3.: E também a nós, ao terminarmos a nossa peregrinação
sobre a terra, recebei-nos na vossa morada eterna, onde viveremos sempre
convosco e com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, Nossa Senhora de Fátima, São
José seu Esposo, com os apóstolos e os mártires, São Tiago Maior, e em
comunhão com todos os santos, Vos louvaremos e glorificaremos, Junta as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Toma o cálice e a patena com a hóstia e,
elevando-os, diz:
Pres.: Por
Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do
Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos
séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amén.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e
conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amén.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu.
129. Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos
e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E
todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a
caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e
Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE
PIEDADE DE NÓS. TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE
PIEDADE DE NÓS. TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ. DAI-NOS A PAZ.
Ou,
faça-se cantado:
Essas palavras podem ser repetidas várias
vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se
diz: dai-nos a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que,
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Cf. 1Jo,
Quando Cristo Se manifestar, seremos semelhantes a Ele,
porque O veremos na sua glória.
CÂNTICO DE COMUNHÃO
(O Senhor é meu Pastor-
F.Santos)
O SENHOR É MEU PASTOR: NADA ME FALTA,
LEVA-ME A DESCANSAR EM VERDES PRADOS,
CONDUZ-ME ÀS ÁGUAS REFRESCANTES,
CONDUZ-ME ÀS ÁGUAS REFRESCANTES!
1. O SENHOR É MEU PASTOR: NADA ME FALTA.
LEVA-ME A DESCANSAR EM VERDES PRADOS,
CONDUZ-ME ÀS ÁGUAS REFRESCANTES
E RECONFORTA A MINHA ALMA.
2. PARA MIM PREPARAIS A MESA,
À VISTA DOS MEUS ADVERSÁRIOS;
COM ÓLEO ME PERFUMAIS A CABEÇA
E MEU CÁLICE TRANSBORDA.
3. A BONDADE E A GRAÇA HÃO-DE
ACOMPANHAR-ME,
TODOS OS DIAS DA MINHA VIDA,
E HABITAREI NA CASA DO SENHOR,
PARA TODO O SEMPRE.
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amén.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas
espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que
a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme para nós
em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar,
o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da
comunhão."
O alimento celeste que recebemos, Senhor,
nos transforme em imagem de Cristo,
que, no mistério da Transfiguração,
manifestastes cheio de esplendor e de glória.
Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O
sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amen.
143. Depois, o diácono ou o próprio
sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide
em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
CÂNTICO FINAL
CRISTO
ONTEM, CRISTO HOJE, CRISTO SEMPRE, MEU SALVADOR,
TU ÉS
DEUS, TU ÉS O AMOR. TU ME CHAMAS: EIS-ME AQUI!
1.
LOUVAI JESUS, NOSSO SENHOR,
QUE
VEIO AO MUNDO P’RA SALVAR A TODOS NÓS, OS FILHOS SEUS.
ACLAMEMOS O NOSSO DEUS: AMEN, ALELUIA!
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